Shawn Mendes fala português em Angola e causa reação entre fãs na web

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Créditos/Reprodução Internet

O cantor canadense Shawn Mendes surpreendeu os fãs ao arriscar algumas palavras em português durante uma ação voluntária realizada em Angola. No vídeo gravado ao lado da namorada, a atriz Bruna Marquezine, a desenvoltura do artista com o idioma repercutiu entre os seguidores.

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“Agora preciso falar em inglês porque não falo português muito bom”, disse o cantor no registro. A declaração mobilizou internautas e admiradores, que destacaram o progresso do canadense com a língua e agradeceram a Marquezine pelo momento registrado.

Durante a visita, Mendes fez questão de expressar a transformação pessoal proporcionada pela experiência. “Eu não tenho palavras para explicar o quanto este lugar é especial e como vir para cá, passar um tempo com as crianças e com as pessoas mudou a minha vida”, afirmou o artista, apelando também por contribuições para a causa: “Se você tiver a oportunidade, se tiver condições, por favor, doe o que puder. Isso realmente, realmente, de verdade, transforma vidas.”

Projeto humanitário na província do Bié

A visita foi realizada no projeto humanitário localizado na cidade de Kuito, na província do Bié. A iniciativa foi fundada em 2009 pelo ator brasileiro Caique Oliveira, líder da Companhia de Artes Nissi.

A Aldeia atende diariamente 1,5 mil crianças e jovens dos 5 aos 25 anos, cobrindo da educação infantil ao ensino secundário. Diariamente, são distribuídas cerca de 5 mil refeições, entre café da manhã e almoço. Além disso, a instituição desenvolve trabalhos focados nos cuidados com pessoas com albinismo, apoio à comunidade surda, idosos e viúvas em situação de extrema vulnerabilidade.

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Caique Oliveira chegou a Angola apenas sete anos após o término da guerra no país e relatou a motivação por trás do trabalho. “Para nós que temos fé, existem momentos em que entendemos que Deus está colocando um povo no nosso coração. Eu entendi aquilo como um chamado”, afirmou à Quem. Sobre o questionamento de atuar fora do Brasil, ele reforçou que a organização também mantém trabalhos em solo brasileiro e concluiu: “Acredito que, quando existe uma criança chorando e precisando de socorro, não importa a nacionalidade de quem vai ajudá-la. Importa que alguém responda.”

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