PT solicita prisão de Bruno Reis por redução de ônibus em eleição em Salvador

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Créditos/Reprodução Internet

PT pediu a prisão do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), alegando que a diminuição da circulação de ônibus na capital baiana durante a eleição dificultou o acesso dos eleitores às urnas.

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O pedido foi divulgado na coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, e recebeu apoio de Rui Costa (PT‑BA), ex‑governador da Bahia e coordenador da campanha de Lula, que defendeu a prisão imediata do prefeito, qualificando a conduta como crime eleitoral por impedir o exercício da vontade soberana dos votantes.

O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE‑BA) respondeu ao caso determinando a prisão do secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza, que se encontra fora do país, e acatou o pedido da Federação Brasil da Esperança — agremiação composta por PT, PC do B e PV — para que toda a frota de ônibus de Salvador volte a circular com a mesma frequência dos dias úteis e de forma gratuita, sob pena de multa de R$ 1 milhão em caso de descumprimento.

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Em reação, Bruno Reis rebateu as acusações de Rui Costa, chamando‑o de “vagabundo” e acusando‑o de mentir; o prefeito ressaltou que Salvador historicamente oferece transporte gratuito em dias de eleição e que o presidente Lula venceu as disputas anteriores na cidade.

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O mandatário admitiu que, na manhã da votação, 75 ônibus permaneceram retidos na garagem de uma empresa, atribuindo o atraso a sindicalistas ligados ao PT que teriam afixado adesivos partidários nas janelas dos veículos, prática que a concessionária não poderia manter em campanha eleitoral.

Segundo o próprio Bruno Reis, os adesivos foram retirados e os ônibus retornaram às ruas, e a ordem do TRE‑BA prevê a circulação integral da frota enquanto perdurar a votação, garantindo o direito ao voto sem restrições de transporte.

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