Parceira de Claudia Rodrigues relembra momentos críticos da atriz

3 Min de Leitura
Créditos: Imagem/Divulgação

Adriane Bonato, parceira da atriz e comediante Claudia Rodrigues, emocionou-se ao compartilhar detalhes da intensa luta da artista pela vida. Em um depoimento recente divulgado nas redes sociais, Adriane Bonato revelou que Claudia Rodrigues, que enfrenta a esclerose múltipla há 26 anos, esteve à beira da morte em pelo menos três ocasiões, tendo seu coração parado em momentos críticos.

O desabafo de Adriane Bonato surgiu como uma mensagem de solidariedade a Keidna Marques, que recentemente perdeu o marido, um policial militar, após ele ser atingido por um tiro de fuzil na cabeça. Ao traçar um paralelo entre o sofrimento de Keidna Marques e as próprias experiências, Adriane Bonato destacou os 13 anos em que vive ao lado de Claudia Rodrigues em um “campo de batalha” contra a doença crônica.

Em sua declaração, Adriane Bonato relembrou a dor de presenciar a reanimação da parceira. “Eu já vi a morte dela de perto, Keidna. Eu vi a mulher da minha vida ser reanimada três vezes! Três vezes o coração dela parou, e três vezes eu vi o desespero de quase perder a Claudinha para sempre”, afirmou, visibly emocionada, ressaltando a proximidade com a perda.

A parceira da atriz, atualmente com 55 anos, também rememorou outros momentos delicados enfrentados pela comediante. Dentre eles, o período em que Claudia Rodrigues sofreu um traumatismo craniano, exigindo dez dias de internação na UTI, ligada a aparelhos e oscilando entre a vida e a morte. Além disso, em 2015, após um transplante de células-tronco, ambas enfrentaram dois anos de isolamento absoluto, um tempo descrito por Adriane Bonato como de “tortura de medo e incerteza”, onde “respirar era uma vitória”.

Concluindo seu depoimento, Adriane Bonato reiterou a profunda empatia com a dor de Keidna Marques. “Eu passei pelo terror de ver a Claudia com traumatismo craniano, ligada a aparelhos, passando dez dias agonizantes na UTI, oscilando entre a vida e a morte. Por isso, quando eu via você com Felipe, meu estômago embrulhava. Eu revivia tudo. Eu sabia o tamanho do seu sofrimento silencioso. Nós sangramos com vocês, Keidna. Nós choramos de soluçar com cada dificuldade de vocês e celebramos cada milagre como se fosse o nosso. Nós tínhamos a certeza matemática de que o Felipe ia vencer, assim como a Claudinha venceu”, finalizou, expressando solidariedade e a esperança que se agarra em meio à adversidade.

- Publicidade -
Compartilhe este artigo