A influencer fitness alemã Edda Elisa denunciou ter sido impedida de embarcar em um voo da Lufthansa. O incidente ocorreu em um aeroporto durante o verão no Hemisfério Norte, um período marcado por uma onda de calor que atingia a Alemanha. Segundo o relato da própria influenciadora, a proibição de acesso à aeronave se deu por conta de sua vestimenta, que consistia em um top e um short de ginástica, considerada inadequada por uma funcionária da companhia aérea.
A escolha do traje por Edda Elisa foi motivada pelas altas temperaturas que prevaleciam na Alemanha, com termômetros marcando quase 32°C. A influenciadora declarou ter optado pelo modelito leve e casual para conforto térmico, o que, no entanto, gerou a desaprovação de uma representante da Lufthansa. Esta funcionária, conforme Edda Elisa relatou, a teria acusado de estar “pelada” por causa de sua vestimenta de ginástica.
Em um vídeo gravado no próprio aeroporto, Edda Elisa detalhou o ocorrido, citando as palavras da funcionária: “Você não pode embarcar assim… Você não está vestindo nada. Você está pelada”. A influencer salientou que seu visual era perfeitamente adequado para o clima quente. No entanto, a representante da Lufthansa persistiu, afirmando: “Você não estava usando roupas normais e que precisava colocar algo por cima imediatamente: ‘Vá para o lado agora, você só poderá embarcar quando estiver vestindo algo’.”
Diante da insistência, Edda Elisa acabou cedendo e vestiu um moletom largo. Contudo, ela o deixou aberto, o que também não foi suficiente para a funcionária da Lufthansa. Segundo o relato da influenciadora, a funcionária teria ordenado: “Não, você tem que fechá-lo.” Edda Elisa expressou desconhecer a existência de um código de vestimenta específico para voos da Lufthansa que justificasse tal abordagem.
Em resposta ao incidente, a Lufthansa se manifestou, afirmando que os passageiros devem usar roupas “adequadas à natureza de uma viagem pública, que não prejudiquem o bem-estar de outros viajantes de diferentes origens”. A companhia aérea também declarou que o suposto uso do termo “pelada” por parte da funcionária não está em conformidade com seus padrões internos, embora não tenha admitido diretamente que a expressão tenha sido utilizada. A empresa informou que uma investigação detalhada sobre o ocorrido está atualmente em andamento para apurar os fatos.



