Maya Massafera realiza cirurgia inédita de redução das costas

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Créditos: Imagem/Divulgação

A influenciadora Maya Massafera submeteu-se a um novo procedimento estético nos últimos dias, uma cirurgia de diminuição das costas. O fato, que integra uma nova etapa em sua transição de gênero, despertou grande curiosidade nas redes sociais. Detalhes sobre a técnica, considerada inédita no Brasil, foram compartilhados por ela nesta quarta-feira, 1º de julho, explicando os pormenores da intervenção.

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A decisão de realizar a cirurgia de redução das costas faz parte do percurso de transição de gênero da influenciadora e busca atender a um desejo estético pessoal. Maya Massafera relatou que, no passado, a aparência de sua parte superior do corpo a incomodava. Embora tenha superado esse trauma após o desenvolvimento de massa muscular nas pernas e nos glúteos, ela optou por seguir adiante com o procedimento para alcançar o resultado desejado.

Em conversa com o cirurgião responsável, Maya Massafera buscou compreender os resultados esperados, o tempo de recuperação e a durabilidade da intervenção. A técnica consiste na redução da distância entre os ombros por meio do encurtamento das clavículas. Isso é feito por meio de uma osteotomia, que é o corte cirúrgico do osso, especificamente na região central de cada clavícula. Após o corte, uma pequena porção óssea é removida para diminuir a distância entre os acrômios, localizados nas extremidades da escápula, na região dos ombros.

Posteriormente ao encurtamento, os segmentos ósseos são unidos e estabilizados com uma placa metálica, que permanece no local durante o período de consolidação da fratura. O especialista explicou que a clavícula pode suportar um encurtamento de até dois centímetros de cada lado sem comprometer a biomecânica dos ombros, podendo atingir, no máximo, 2,5 centímetros por clavícula. Tal intervenção resulta em uma redução total de até cinco centímetros na largura entre os ombros. A operação é realizada sob anestesia geral e tem duração aproximada de três horas, com cerca de 1h30 dedicada a cada clavícula.

Quanto aos riscos e recuperação, o cirurgião informou que o procedimento geralmente exige uma segunda cirurgia para a retirada da placa utilizada na estabilização da clavícula, o que ocorre após a consolidação do osso, processo que leva em média cerca de cinco meses. Maya Massafera questionou sobre a possibilidade de os ombros ficarem projetados para frente. O profissional assegurou que o limite seguro estabelecido para o encurtamento visa justamente preservar a biomecânica da região e evitar quaisquer alterações funcionais indesejadas.

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