Atriz alemã Elke Sommer, estrela de Hollywood nas décadas de 1960 e 1970, morre aos 85 anos

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A atriz alemã Elke Sommer, consagrada como um dos rostos mais populares do cinema em Hollywood nas décadas de 1960 e 1970, morreu na última quarta-feira (28), aos 85 anos, em sua residência localizada em Los Angeles. A confirmação do falecimento foi dada por seu enteado, Sebastian Walther, ao jornal alemão Bild. A causa da morte não foi divulgada.

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Nascida em Berlim no dia 5 de novembro de 1940, Sommer viveu uma infância marcada pelos horrores da Segunda Guerra Mundial. Com a capital alemã sob a ocupação nazista, a família da atriz fugiu da cidade e buscou refúgio no pequeno município de Niederndorf. Mais tarde, em 1957, ao completar 17 anos, ela se mudou para Londres para trabalhar como babá.

A trajetória da artista mudou de rumo após chamar a atenção do renomado diretor Vittorio De Sica, responsável por suas primeiras aparições nas telas do cinema. No início da década de 1960, Sommer transferiu-se para os Estados Unidos, firmando-se rapidamente como um dos principais símbolos da indústria cinematográfica hollywoodiana. O reconhecimento da crítica veio em 1964, quando venceu o Globo de Ouro na categoria de revelação feminina por sua atuação no longa-metragem “Criminosos Não Merecem Prêmio”, produção na qual contracenou com o ator Paul Newman.

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Durante o restante dos anos 1960, a atriz consolidou-se como figura constante em grandes obras do cinema, com destaque para sua participação na comédia “Um Tiro no Escuro”, título da franquia “A Pantera Cor-de-Rosa” estrelado por Peter Sellers. Já na década de 1970, Sommer integrou o elenco do drama histórico “Zeppelin”, atuou na adaptação do livro de Agatha Christie “E Não Sobrou Nenhum” e participou de produções do gênero de terror sob o comando do cineasta italiano Mario Bava, destacando-se nos filmes “Barão Sanguinário” e “Lisa e o Diabo”.

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