Serasa inicia 36ª edição do Feirão Limpa Nome com descontos de até 99% e 750 milhões de ofertas

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Créditos/Reprodução Internet

A Serasa deu início, nesta terça-feira, dia 3 de novembro, à 36ª edição do Feirão Limpa Nome, considerada a maior mobilização para renegociação de débitos já promovida no país. O mutirão surge em um cenário de avanço do endividamento, no qual dados apurados em setembro indicam que 84,2 milhões de brasileiros possuem contas em atraso. A campanha reúne mais de 3.300 empresas parceiras e disponibiliza abatimentos de até 99% para a quitação de pendências financeiras.

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Ao todo, a entidade colocou à disposição dos consumidores mais de 750 milhões de ofertas de negociação, volume 14% superior ao número registrado na edição promovida no final do ano anterior. Os cidadãos interessados em regularizar suas finanças têm prazo até às 23h59 do dia 6 de dezembro para consultar as condições nos canais virtuais oficiais da instituição, que incluem o site serasa.com.br, o aplicativo Serasa para dispositivos móveis e o atendimento via WhatsApp pelo número (11) 99575-2096.

Para a população que prefere a modalidade presencial, o atendimento é oferecido em mais de sete mil agências dos Correios espalhadas pelo território nacional. Nesse formato, as consultas e os acordos são realizados sem a cobrança de taxas adicionais até o término da campanha, bastando que o titular apresente um documento oficial de identificação acompanhado de foto.

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Conforme o Mapa da Inadimplência e Renegociação de Dívidas divulgado pela Serasa, 51,1% da população adulta do Brasil encontra-se inadimplente, com um montante acumulado que atinge R$ 597,4 bilhões em débitos. Essa taxa representa o patamar mais elevado registrado desde o início da série histórica, iniciada há dez anos. O levantamento demonstra ainda que a inadimplência no país sofreu uma expansão de 34,17% desde 2020, registrando uma elevação de 6% no intervalo entre setembro de 2025 e o mesmo mês do ano corrente.

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O levantamento técnico apontou que o valor médio devido por cada indivíduo atingiu a marca de R$ 7.093,83, soma que equivale a quase 4,4 salários mínimos vigentes no país. Paralelamente, os registros mostram uma transformação na composição dos compromissos financeiros não honrados. Embora instituições bancárias e cartões de crédito sigam como os maiores originadores de dívidas, respondendo por 27,16% do total, as empresas financeiras alcançaram a segunda colocação inédita com 20,66%, superando as faturas de serviços básicos de água, luz e gás, que concentram 20,32%.

No âmbito do Estado do Rio de Janeiro, as estatísticas indicam uma discreta diminuição de 0,80% na quantidade de inadimplentes no mês de setembro frente ao mês imediatamente anterior. Contudo, o território fluminense ainda contabiliza 8.036.425 de pessoas com pendências financeiras, reunindo mais de 31 milhões de dívidas que somam R$ 56,9 bilhões. Diferente do panorama nacional, a principal causa do endividamento no estado do Rio de Janeiro provém das contas básicas de consumo, que representam 30,7% do montante, seguidas pelas dívidas bancárias e de cartão de crédito com 26,2% e pelas financeiras com 21,8%.

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