
Mila Seidl se manifestou, nesta sexta-feira (2), sobre a proposta para que o aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, seja batizado em homenagem a Lito Sousa. O piloto, mecânico de aeronaves e influenciador digital morreu na quinta-feira (1º), aos 59 anos.
Viúva do empresário, ela reagiu à sugestão nas redes sociais e afirmou que seria uma forma especial de representar a trajetória do marido. No entanto, ponderou que não compreende a viabilidade da proposta.
“Não sei o quanto essa ideia é viável, legalmente e burocraticamente… Mais do que ter uma rua com um nome dele, ter um aeroporto, seria a melhor representação”, escreveu ela por meio das redes sociais.
Mais cedo, Mila agradeceu o carinho do público. “Estou aparecendo aqui primeiro para agradecer todo mundo que mandou mensagem não só hoje, mas ao longo dessa jornada toda. Quem torceu muito, que rezou muito, que esteve com a gente mesmo que virtualmente nessa jornada”, disse.
“O Lito é muito amado, e por isso a gente resolveu fazer uma cerimônia aberta, para que as pessoas pudessem se despedir. Quem quiser ir, tem um lugar especial para os amigos que ficam em um canto separado e outro para a família”, salientou.
Trajetória e internação
Lito Sousa ganhou notoriedade ao compartilhar conteúdos relacionados à aviação. A morte foi divulgada por Mila Seidl nas redes sociais. O influenciador estava sob cuidados médicos no Hospital Israelita Albert Einstein, na Zona Sul de São Paulo.
Ele enfrentava a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), uma enfermidade rara que atinge o sistema nervoso e pode causar diferentes alterações neurológicas, entre elas problemas de memória, tremores e dificuldade de locomoção.
Ao longo de 2026, Lito havia revelado publicamente que enfrentava um câncer de próstata. Posteriormente, passou a lidar também com o diagnóstico de DCJ, doença de evolução rápida que compromete o funcionamento do cérebro e pode afetar a coordenação motora.
Durante a internação no Hospital Israelita Albert Einstein, o influenciador também teve acesso a uma tentativa de tratamento experimental. A abordagem estava em fase pré-clínica e utilizava a substância ALN-6457, para a qual houve autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Receita Federal.



