Filho do cantor Cristiano é picado por escorpião-amarelo

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Créditos: Imagem/Divulgação

Miguel, filho caçula de três anos do cantor Cristiano, da dupla sertaneja com Zé Neto, foi picado por um escorpião-amarelo na última sexta-feira (10). O incidente ocorreu em um rancho situado na cidade de Fronteira, localizada no extremo oeste de Minas Gerais. A criança foi prontamente levada para receber atendimento médico, dada a gravidade do ocorrido.

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O escorpião-amarelo é amplamente reconhecido como a espécie mais venenosa da América do Sul, o que exigiu uma intervenção médica imediata. Inicialmente, Miguel foi encaminhado à unidade de saúde do município de Fronteira. Contudo, a unidade não possuía o soro antiescorpiônico necessário para o tratamento eficaz de picadas dessa espécie.

Devido à falta do antídoto essencial em Fronteira, Miguel foi urgentemente transferido para o Pronto Atendimento de Nova Granada, no interior de São Paulo. Lá, o menino recebeu a medicação adequada. Para garantir um acompanhamento completo e por precaução, a criança foi posteriormente levada ao Hospital da Criança e Maternidade (HCM), em São José do Rio Preto, onde permaneceu sob observação.

O cantor Cristiano utilizou suas redes sociais para informar sobre o estado de saúde do filho, enfatizando que Miguel recebeu atendimento médico em menos de uma hora após a picada. “O Miguel tomou o soro, o antídoto, em menos de uma hora, é muito importante isso”, afirmou. Ele também esclareceu que, apesar de Miguel ter nascido com uma cardiopatia, a condição já havia sido corrigida por meio de cirurgia e não representava um fator de risco adicional neste episódio.

A agilidade no socorro foi crucial para a recuperação de Miguel, conforme destacado pelo próprio Cristiano. O menino recebeu três ampolas do soro antiescorpiônico e medicação para controlar a dor, que é intensa nesses casos. O artista reforçou a importância de buscar assistência médica imediata em situações de picadas de animais peçonhentos em crianças, pois a rapidez na administração do soro pode ser determinante para um desfecho positivo. “O que fez diferença para o Miguel foi ele tomar esse antídoto o quanto antes”, concluiu.

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