Família de homem que matou influenciadora decide não realizar funeral nos EUA

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Créditos/Reprodução Internet

A ex-mulher e os filhos de Jeremiah “Shawn” Duffey decidiram não realizar um funeral para ele, após o homem assassinar a tiros a influenciadora Sara Gilson e tirar a própria vida na cidade de Owasso, em Oklahoma, nos Estados Unidos. A declaração foi dada por Stephanie Ramsay, ex-esposa do acusado, ao portal TMZ.

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Segundo Stephanie, com base na legislação do estado de Oklahoma, os filhos do casal eram os parentes mais próximos responsáveis pelas decisões pós-morte. A família optou por cancelar as homenagens fúnebres devido à gravidade dos atos cometidos por Duffey, que incluem acusações de abuso sexual infantil. O acusado será cremado e suas cinzas serão colocadas no jazigo da família.

Antes de ser morta, Sara Gilson havia acusado Duffey de pedofilia, afirmando que ele teria assediado uma adolescente de 15 anos integrante de uma equipe juvenil de basquete treinada por ele. Em um vídeo publicado no dia 11 de julho, Sara afirmou: “Me preparando para quando a Netflix lançar um documentário sobre meu futuro ex-marido, que acabei de descobrir ser pedófilo. Quem dera fosse brincadeira”.

Na última quinta-feira (23), Sara e Duffey foram encontrados mortos na casa da influenciadora. De acordo com a polícia local, Duffey atirou contra Gilson e cometeu suicídio na sequência.

Em depoimento ao TMZ, Stephanie também declarou que Duffey ameaçava se matar repetidamente durante o casamento e dizia com frequência que a levaria junto. Stephanie e Duffey começaram a se relacionar quando ela tinha 15 anos e ele 20, vindo a se casar quando ela completou 17. O relacionamento gerou cinco filhos, com idades entre 15 e 25 anos.

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Após a morte da influenciadora, a guarda exclusiva dos dois filhos de Sara Gilson, de 13 e 14 anos, ficará com o ex-marido dela, Lyle Landers.

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