A Polícia Federal (PF) e a Procuradoria‑Geral da República (PGR) rejeitaram as propostas de delação premiada apresentadas pelo ex‑banqueiro Daniel Vorcaro. As autoridades apontaram a ausência total de provas e de elementos mínimos que sustentem as acusações.
Segundo relatos veiculados pela imprensa, Vorcaro teria realizado repasses para financiar um documentário sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em troca de facilitação de acesso a fundos de pensão de estatais. Contudo, PF e PGR avaliaram que os depoimentos e os materiais apresentados carecem de sustentação probatória.
Integrantes da PF e da PGR que acompanharam as tratativas confirmaram que o acordo foi formalmente descartado em junho, por falta de credibilidade e consistência nos relatos. A PGR ressaltou que as declarações da defesa do ex‑banqueiro não continham elementos concretos capazes de justificar a continuidade das investigações ou a homologação do acordo de colaboração premiada.



