Apartamento de Ana Hickmann vai a leilão por dívida de R$ 11,3 milhões

3 min de leitura
Créditos/Reprodução Internet

Leilão judicial

Um apartamento ligado à apresentadora Ana Hickmann, 45, foi levado a leilão judicial em São Paulo para quitar dívida de R$ 11,3 milhões. A cobrança foi proposta pela empresa Informação com Ênfase – Ice Propaganda Ltda., referente a um empréstimo concedido em setembro de 2023 à Hickmann Serviços Ltda., empresa vinculada à apresentadora e ao ex‑marido Alexandre Correa.

- Publicidade -

Características do imóvel

Localizado no bairro Perdizes, zona oeste da capital, o bem foi avaliado em R$ 5,2 milhões e tem lance mínimo de R$ 4,2 milhões. Trata‑se de um apartamento garden de alto padrão, com 251 m² de área privativa coberta e 156 m² de área descoberta, além de seis vagas de garagem. A descrição judicial aponta três suítes, sala principal para três ambientes, sala de almoço, cozinha, área de serviço com dependência completa para funcionários, churrasqueira coberta e ampla área externa privativa que circunda os dormitórios e a área social.

Origem da dívida

A ação judicial busca o pagamento de aproximadamente R$ 11,3 milhões, valor originado no empréstimo mencionado. O contrato apresenta Ana Hickmann e Alexandre Correa como fiadores da operação, e o apartamento foi incluído como garantia.

Contestação da apresentadora

Ana Hickmann, apresentadora do programa Hoje em Dia (Record), nega ter conhecimento do empréstimo e afirma que o contrato foi falsificado. Em nota, seus advogados informaram que o documento está sob investigação do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) e solicitaram perícia grafotécnica para verificar a autenticidade da assinatura. A defesa também questiona se os recursos do suposto empréstimo foram efetivamente destinados à Hickmann Serviços e menciona que exames anteriores identificaram outras assinaturas atribuídas à apresentadora como falsificadas em documentos de instituições financeiras, havendo processos cíveis e criminais em curso.

Decisão judicial parcial

Embora o leilão tenha sido mantido, o Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu parcialmente seus efeitos. O imóvel não poderá ser transferido ao arrematante até que haja decisão definitiva sobre a validade da assinatura contestada. A defesa ainda argumenta que a avaliação de R$ 5,2 milhões está abaixo do valor de mercado. O caso continua em tramitação na Justiça de São Paulo.

- Publicidade -
Compartilhar este artigo