Pesquisadores batizam novo gênero de insetos em homenagem a Taylor Swift

2 min de leitura
Créditos/Reprodução Internet

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Riverside, nos Estados Unidos, batizaram um novo gênero de insetos em homenagem à cantora Taylor Swift. Denominado Swiftiephylus, o grupo integra um estudo publicado na revista científica Insect Systematics and Evolution, que detalha 12 novas espécies de insetos australianos. A escolha do nome é uma estratégia científica para destacar a importância da conservação ambiental.

- Publicidade -

O termo Swiftiephylus une a palavra “Swiftie” — forma como são conhecidos os fãs da cantora — ao sufixo técnico “Phylus”. Dentro desse gênero, quatro espécies receberam nomes em latim inspirados na persona e na discografia da artista: Swiftiephylus taylorae (“Taylor”), Swiftiephylus amator (“amante”), Swiftiephylus intrepidus (“destemida”) e Swiftiephylus poetorum (“poetas”).

A proposta foi desenvolvida por Schroeder, estudante de doutorado em entomologia e admirador da cantora. Segundo o pesquisador, a homenagem possui um motivo visual: os insetos são amarelo-pálidos, descritos no artigo como “loiros”, e possuem detalhes vermelhos pelo corpo, remetendo ao visual icônico da artista, caracterizado pelos cabelos loiros e batom vermelho.

Os insetos pertencem à família Miridae, a maior do grupo dos percevejos, que reúne mais de 11 mil espécies catalogadas. Eles vivem associados a árvores de casuarina na Austrália e, segundo a pesquisa, não oferecem riscos a humanos e animais, nem provocam danos às plantas hospedeiras.

Os espécimes analisados foram coletados entre 1995 e 2004 em uma iniciativa de mapeamento da biodiversidade realizada pelo Museu Americano de História Natural em parceria com instituições australianas. A confirmação da taxonomia exigiu anos de análise minuciosa de centenas de exemplares de museus.

- Publicidade -

Segundo Schroeder, dar o nome da artista às espécies é uma maneira de atrair atenção para a diversidade de insetos do planeta, estimando-se que existam cerca de 30 milhões ainda não documentados. O trabalho contou também com a coautoria da professora Christiane Weirauch.

- Publicidade -
Compartilhar este artigo