A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,4% no segundo trimestre, de acordo com informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado aponta uma redução de 0,7 ponto percentual na comparação com o primeiro trimestre do ano, quando o índice era de 6,1%, e um recuo de 0,4 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2025.
O recuo na desocupação foi registrado em 13 das 27 unidades da federação, permanecendo estável nas demais. As quedas mais expressivas foram observadas no Rio Grande do Norte, Paraíba, Acre, Tocantins, Alagoas e Minas Gerais. A taxa também cedeu em Mato Grosso do Sul, Rondônia, Goiás, Mato Grosso, Espírito Santo, Maranhão e Santa Catarina.
As disparidades regionais continuam evidentes nos números. As maiores taxas de desemprego foram apuradas no Amapá (9,8%), Bahia (9,1%), Piauí (8,3%) e Pernambuco (8,3%). Na ponta oposta, os menores índices ocorreram em Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%) e Espírito Santo (2,3%).
Informalidade
A informalidade ainda atinge mais de um terço dos trabalhadores ocupados no país. O indicador ficou em 37,4% da população ocupada no segundo trimestre deste ano, contra 37,8% observados em igual período de 2025.
Os estados com maior índice de trabalhadores informais foram Maranhão (56,9%), Pará (55,9%) e Amazonas (51,7%). Já os menores percentuais foram registrados em Santa Catarina (25,4%), Distrito Federal (28,7%) e Mato Grosso do Sul (29,2%).



