Infantino rebate críticas à Copa do Mundo e sugere que opositores orem ou meditem

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Gianni Infantino em evento da Copa do Mundo no Rockefeller Center

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, reagiu às críticas sobre a organização da Copa do Mundo e acusou opositores de espalharem “ódio e boatos falsos”. As declarações foram feitas em uma mensagem dividida em 15 partes no Instagram, perfil no qual reúne 5,7 milhões de seguidores. O texto foi posteriormente reproduzido na conta oficial da entidade e divulgado à imprensa por sua equipe de comunicação.

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Na publicação, Infantino sugeriu que os críticos deveriam “meditar, orar ou assistir a uma partida de futebol” em vez de direcionar energia contra a instituição. O dirigente, que não concedeu entrevistas coletivas durante ou após o torneio, afirmou que a competição celebrou a humanidade e defendeu que a Fifa trabalhou para entregar o evento, minimizando as polêmicas ocorridas no período.

A organização da competição enfrentou controvérsias referentes a restrições de entrada nos Estados Unidos, adotadas durante a administração de Donald Trump. As medidas afetaram torcedores e integrantes de delegações de países como Irã, Haiti, Senegal e Costa do Marfim. O capitão da seleção senegalesa, Kalidou Koulibaly, e a federação iraniana relataram dificuldades de deslocamento, e o árbitro somali Omar Artan não obteve autorização para entrar no país às vésperas do evento.

Outro episódio citado envolveu a anulação da suspensão do atleta norte-americano Folarin Balogun pelo comitê disciplinar da Fifa, após Trump declarar ter telefonado para Infantino. A medida levou a Federação Norueguesa a anunciar a intenção de apresentar uma queixa formal sobre a interferência. A entidade também é alvo de investigações conduzidas por procuradores-gerais de Nova York, Nova Jersey, Texas e Califórnia devido aos preços dos ingressos. Embora Infantino tenha sustentado que o torneio contou com “100% de segurança”, quatro pessoas morreram por asfixia durante celebrações na Cidade do México.

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