O cantor Drake realizou uma aposta milionária na final da Copa do Mundo de 2026, envolvendo a Seleção Argentina e a Seleção Espanhola. O artista divulgou nas redes sociais o comprovante de uma aposta de US$ 1,5 milhão, equivalente a aproximadamente R$ 7,66 milhões na cotação atual, na vitória argentina. A decisão está agendada para este domingo (19), às 16h (horário de Brasília), e a aposta foi efetuada em uma plataforma da qual o rapper é embaixador.
A aposta de Drake ganha relevância não apenas pelo valor expressivo, mas também pela repercussão de sua notória “maldição”. O rapper é conhecido por uma série de eventos esportivos em que equipes ou atletas por ele apoiados acabaram derrotados, gerando um folclore supersticioso entre os fãs. Esta fama de “pé-frio” tem sido um tópico recorrente nas redes sociais e entre os entusiastas de apostas.
Para o confronto entre Argentina e Espanha, Drake não se limitou a apostar na vitória simples da equipe sul-americana. Ele previu o placar exato de 2 a 1 para a Argentina e, adicionalmente, apostou que a final teria pelo menos um gol marcado nos acréscimos. A divulgação dessas previsões intensificou a expectativa em torno do jogo, especialmente entre os torcedores da Espanha.
Curiosamente, a aposta de Drake foi recebida com mais entusiasmo pelos torcedores da Espanha do que pelos argentinos. Muitos fãs espanhóis interpretaram o palpite do músico como um possível sinal de sorte para sua seleção, dada a suposta “maldição” que o cerca. O histórico recente do artista reforça essa percepção, como no caso em que ele apostou US$ 1 milhão na vitória de Conor McGregor em uma luta do UFC, mas o lutador irlandês foi derrotado por Max Holloway.
No entanto, a fama de azar de Drake nas apostas esportivas nem sempre se confirma. Um exemplo notável ocorreu na Copa do Mundo de 2022, quando o cantor também apostou na Seleção Argentina para conquistar o título diante da França. Naquela ocasião, os “hermanos” sagraram-se campeões após um empate em 3 a 3 no tempo normal e na prorrogação, com uma vitória por 4 a 2 na disputa de pênaltis, contrariando a suposta “maldição” e demonstrando a imprevisibilidade dos resultados esportivos.



