O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), fez uma comparação das condições de prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro com a realidade dos 705.872 indivíduos recolhidos em unidades prisionais físicas no Brasil. A observação foi feita na decisão que, embora tenha mantido a prisão domiciliar de natureza humanitária concedida a Bolsonaro, impôs a ele uma ampliação das restrições anteriormente estabelecidas.
A decisão do ministro Moraes ocorreu após a divulgação de uma carta de apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro. O magistrado destacou em sua análise que as condições especiais concedidas por razões de saúde não devem ser interpretadas como privilégios que autorizem o descumprimento de ordens judiciais emitidas pela justiça. O contexto evidencia a preocupação em equilibrar o cumprimento da pena com a obediência às determinações judiciais.
Em sua análise, Moraes também classificou como



