Filho de Preta Gil relembra últimos momentos e legado em documentários

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Créditos: Imagem/Divulgação

A TV Globo e o Globoplay prepararam uma programação especial para homenagear a cantora Preta Gil (1974-2025) neste domingo (20), data que marca um ano de sua morte. Na televisão aberta, será exibido o documentário “Preta – Eu Não Ando Só”, enquanto a plataforma de streaming disponibiliza os primeiros episódios da série “Meu Nome é Preta”, prometendo revelar detalhes marcantes da vida e da luta da artista.

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As produções trazem à tona imagens inéditas gravadas pela própria Preta Gil durante seu tratamento contra o câncer, além de depoimentos de familiares e amigos próximos que conviveram intensamente com a cantora. Entre os entrevistados, destaca-se Francisco Gil, filho da artista, que compartilha memórias e reflexões sobre os momentos que antecederam a descoberta da doença e a jornada de sua mãe.

Em seu depoimento, Francisco Gil relembrou que, já no final de 2022, a família percebia que Preta Gil não estava bem, apesar de todos os compromissos que mantinham juntos. Ele narra que passou a virada do ano de 2022 para 2023 ao lado da mãe, dividindo o palco em um show e fazendo planos para uma viagem futura. No entanto, a preocupação com a saúde da cantora era crescente. “Passamos o Réveillon de 2022 para 2023, fizemos um show juntos, combinamos de fazer uma viagem, mas a gente via que ela não estava bem, até que chegou uma hora que ela disse: ‘Preciso ir para o hospital’”, contou Francisco.

O músico também enfatizou a importância da decisão de Preta Gil de compartilhar publicamente seu tratamento, um gesto que ele considera fundamental para ampliar a conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer. Na avaliação de Francisco Gil, a maneira corajosa como a artista enfrentou a doença serviu de inspiração para inúmeras pessoas. Ele ainda destacou a relação de profundo carinho e afeto que manteve com a mãe até seus últimos dias, relembrando a derradeira noite que passaram juntos. “Ela foi essa mãe extremamente afetiva, física, de beijar, de abraçar. A gente dormiu juntos muitas vezes nesses últimos anos, inclusive a última noite dela. Fiquei agarrado com ela dormindo e, de alguma forma, senti”, compartilhou.

As homenagens póstumas, por meio dos documentários, não apenas celebram a vida e a carreira de Preta Gil, mas também reforçam o impacto de seu legado na luta contra o câncer e na promoção da vida. A exibição busca eternizar a memória da artista e sua mensagem de força, resiliência e a importância da conscientização, transmitindo sua trajetória inspiradora para o público em um marco de um ano de sua partida.

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