O cantor Mc Poze do Rodo foi vítima de um assalto violento na madrugada desta terça-feira (31), quando sua residência, localizada no bairro do Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, foi invadida por um grupo de criminosos armados. O artista, conhecido por seu trabalho no cenário musical, se pronunciou posteriormente sobre o ocorrido, que gerou grande repercussão em suas redes sociais.
A ação criminosa ocorreu por volta das 2h30, envolvendo cerca de oito homens. De acordo com as informações apuradas, os invasores, alguns deles encapuzados, portavam fuzis e pistolas, indicando a natureza da agressão. Durante os aproximadamente 40 minutos em que permaneceram no imóvel, o cantor e as demais pessoas presentes foram rendidos, amarrados e submetidos a agressões físicas, em um episódio descrito como de extrema violência e tensão.
Os criminosos agiram com brutalidade, mantendo os moradores da residência sob seu controle por um período considerável. A descrição da invasão detalha um cenário de pânico, onde a presença de armas de grosso calibre e o número de assaltantes reforçam a intensidade do trauma vivido. As vítimas foram obrigadas a cooperar sob ameaça, resultando em agressões físicas que marcaram o episódio como um evento de alta periculosidade e grande impacto psicológico para todos os envolvidos.
Na tarde da mesma terça-feira (31), horas após o ocorrido, Mc Poze do Rodo utilizou suas plataformas de redes sociais para se manifestar publicamente pela primeira vez. Em uma mensagem carregada de indignação e desabafo, o artista expressou seus sentimentos em relação ao período em que esteve refém dos criminosos. Ele afirmou: “Da covardia nem Jesus escapou!! Só peço pra que Deus tome conta de tudo e que não deixa nenhum deles parar em minha mão”.
A declaração de Mc Poze do Rodo nas redes sociais sublinha não apenas o trauma físico, mas também o profundo abalo emocional provocado pelo assalto. Seu pedido por proteção divina e a menção à “covardia” dos agressores evidenciam a dimensão pessoal do crime. O episódio deixa um rastro de insegurança e reforça a vulnerabilidade de qualquer cidadão diante de ações criminosas de tamanha proporção, marcando a memória do artista e de sua comunidade.



