“Uso chupeta para controlar a ansiedade”: mãe de cinco filhos, Juju Ferrari explica prática

“Eu sei que parece estranho, mas foi algo que realmente me ajudou”, afirma Juju Ferrari

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A influenciadora Juju Ferrari, de 37 anos, mãe de cinco filhos e com um bebê de poucos meses, afirmou que passou a usar chupeta como forma de controlar a ansiedade após orientação durante o acompanhamento terapêutico. Segundo ela, a prática começou em um momento de maior sobrecarga emocional, conciliando rotina de maternidade, trabalho e exposição nas redes sociais.

“Eu estava em uma fase em que minha ansiedade estava muito alta, principalmente à noite. Com bebê pequeno, rotina puxada, a cabeça não parava. Foi aí que, na terapia, surgiu a sugestão de testar algo que ajudasse a desacelerar”, relata.

De acordo com Juju, a recomendação veio como uma tentativa de criar um mecanismo simples de relaxamento. “A minha terapeuta comentou sobre esse tipo de estímulo como uma forma de acalmar o corpo. No começo eu achei estranho, porque foge totalmente do que a gente está acostumado a ver em adultos, mas resolvi testar”, afirma.

A influenciadora diz que percebeu diferença logo nas primeiras vezes. “Quando comecei a usar, senti que o corpo ia desacelerando. É como se ajudasse a sair daquele estado de alerta constante. Para mim, funcionou como um ponto de controle da ansiedade”, relata.

Segundo ela, o hábito passou a chamar atenção de pessoas próximas, justamente por fugir do padrão esperado para um adulto. “Eu sei que causa estranhamento. Já tive gente olhando de forma diferente, achando que era algo infantil ou sem sentido. Mas quem está de fora não entende o contexto”, diz.

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Juju afirma que a rotina com filhos pequenos também influenciou na forma como passou a lidar com o próprio emocional. “Quando você é mãe, principalmente com um bebê, a cobrança é muito grande. Você precisa dar conta de tudo e, ao mesmo tempo, se manter bem. Eu precisei encontrar uma forma de me equilibrar”, relata.

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A influenciadora reforça que a prática não substitui o acompanhamento profissional e faz parte de um processo maior. “Eu continuo fazendo terapia. Isso não é solução para tudo, é só uma ferramenta que entrou no processo”, afirma.

Ela também diz que prefere lidar com as críticas do que abrir mão do que considera funcional. “Eu sei que muita gente vai julgar, porque é algo fora do padrão. Mas, para mim, é simples: se me ajuda e não prejudica ninguém, eu continuo”, diz.

“Se não tivesse feito diferença, eu não usaria. Mas como me ajuda a controlar a ansiedade, eu prefiro lidar com o julgamento do que com o que eu estava sentindo antes”, conclui.

Créditos: @jujuuferrari | CO – Assessoria

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