O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou apoio ao secretário de Guerra, Pete Hegseth, e negou a existência de qualquer conflito referente à disponibilidade de munições no arsenal militar americano. A declaração foi feita por meio de publicação na rede Truth Social.
Na mensagem, o republicano afirmou estar “extremamente satisfeito” com o trabalho do chefe do Pentágono e classificou as informações sobre desentendimentos no setor de Defesa como “notícias falsas”. Trump ressaltou o desempenho positivo da administração e a condução das ações referentes ao conflito contra o Irã, afirmando que “Tudo tem sido extraordinário”.
Segundo o presidente, Hegseth detém prestígio junto aos militares e promoveu “melhorias extraordinárias” desde o início de sua gestão. Trump também destacou medidas adotadas no período, como o encerramento do programa de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) nas Forças Armadas e a obtenção de resultados considerados históricos no recrutamento militar.
Origem das informações de conflito
A manifestação do mandatário ocorreu após reportagem veiculada pelo jornal americano The Washington Post. De acordo com o veículo, Trump teria questionado Hegseth durante uma reunião em Camp David realizada na semana anterior, por avaliar que a questão dos estoques de munição já havia sido solucionada e por ter se sentido enganado.
Conforme o relato do jornal, Hegseth teria argumentado que parte da responsabilidade pela ausência de repasse de informações ao presidente seria do vice-secretário de Guerra, Stephen Feinberg, que não teria informado adequadamente a situação dos arsenais ao governo.



