Mariah Carey, de 57 anos, obteve vitória judicial contra o irmão mais velho, Morgan Carey, de 64, que havia ajuizado ação de difamação por trechos publicados em sua autobiografia The Meaning of Mariah Carey (2020). A decisão foi divulgada pela revista Billboard nesta segunda‑feira (19) e confirma que a disputa permanece limitada a duas alegações mantidas pela Justiça de Nova York.
A ação foi proposta em 2021, quando Morgan alegou que a obra continha informações falsas que teriam prejudicado sua reputação e afetado seus relacionamentos pessoais e profissionais. Entre os pontos contestados estavam relatos de violência familiar e afirmações que, segundo ele, o vinculavam ao uso de drogas e a atividades criminosas.
Em fevereiro de 2022, o tribunal de Nova York rejeitou a maior parte das acusações apresentadas pelo irmão, mas decidiu que duas alegações deveriam prosseguir. Na mesma decisão, as editoras e demais responsáveis pela publicação foram excluídos do processo, ficando a disputa restrita à cantora e ao seu irmão.
Dois anos depois, uma nova deliberação manteve a controvérsia em andamento, após Morgan tentar obter julgamento sumário favorável sem que o caso fosse levado a julgamento. Essa medida reforçou a continuidade das duas alegações ainda em análise.
O conflito voltou a ganhar destaque em agosto de 2024, quando Patricia Carey, mãe de Mariah, e Alison Carey, irmã dos dois, faleceram no mesmo dia. Mariah manifestou publicamente o pesar pela perda e relatou que conseguiu passar os últimos dias ao lado da mãe. Alison, que também havia ajuizado ação contra a cantora por danos emocionais decorrentes da autobiografia, requeria indenização de US$ 1,25 milhão.
A irmã de Mariah, Alison Carey, morreu em agosto de 2024, aos 63 anos, encerrando a disputa familiar que se estendia desde a publicação do livro em 2020.



