Em nota, operadora de A&B alega motivação política em rompimento com SPFC

Operadora cita áudio sobre 'política' e vai processar clube

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​A polêmica envolvendo os bastidores do MorumBIS acaba de ganhar um novo capítulo explosivo. Após ser notificada sobre a rescisão contratual, a empresa responsável pela operação de A&B (Alimentos e Bebidas) divulgou uma Nota Técnica à Imprensa rebatendo duramente as acusações do São Paulo Futebol Clube.

​No documento, assinado pelo advogado Marcos Medrado, a operadora classifica o rompimento unilateral do contrato, firmado em maio de 2024, como “abrupto e irresponsável”. A defesa nega qualquer conduta que justifique a “justa causa” alegada pelo clube e contra-ataca com uma revelação grave.

​Segundo a nota, existe uma gravação de áudio onde a Dra. Érica Duarte Pinto Alves, Diretora Jurídica do São Paulo Futebol Clube, teria admitido que a rescisão ocorreu por motivos puramente políticos. O texto cita que a diretora afirmou expressamente que o rompimento se deu “devido a alteração da presidência, da nova gestão, e que quando muda, a política aqui é assim mesmo”.

​Para a empresa, essa declaração evidencia um claro “desvio de finalidade” e descumprimento das normas contratuais e da boa-fé. A defesa afirma que a operadora sempre cumpriu suas obrigações com ética e transparência e que a invocação de justa causa sem provas configura “abuso de direito”, conforme o Código Civil.

​Diante do cenário, a empresa anunciou que adotará todas as medidas administrativas e judiciais cabíveis para buscar reparações por perdas e danos, lucros cessantes e danos à imagem.

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