Deborah Secco relata pressões para recusar o papel no filme Bruna Surfistinha

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Créditos/Reprodução Internet

Deborah Secco revelou, em entrevista ao programa A Cúpula, apresentado por Felipe Titto na noite de quinta-feira (23), os bastidores e os conflitos que enfrentou antes de aceitar o papel principal no filme Bruna Surfistinha (2011).

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De acordo com a atriz, que soma mais de três décadas de carreira na televisão, o processo para assumir o protagonismo envolveu incertezas e conselhos contrários de pessoas próximas. Antes de assinar o contrato, Secco relatou ter ouvido recomendações para recusar o trabalho por parte de diretores, familiares e de seu então marido, o ex-jogador Roger Flores.

Segundo a artista, o diretor Daniel Filho alertou que o papel poderia prejudicar sua carreira. Opondo-se também ao projeto, manifestaram-se os diretores Diogo Reis e Jorge Furtado, além da mãe da atriz. Sua empresária na época, Lucinha Colucci, e sua assessora de imprensa mantiveram o mesmo posicionamento de recusa.

Paralelamente aos desafios profissionais, a vida pessoal de Deborah Secco enfrentou momentos de turbulência. O casamento com Roger Flores passou por uma separação temporária durante o período de preparação e gravações. O casal reatou posteriormente e concluiu o divórcio em 2013.

Apesar das advertências e do receio de comprometer sua trajetória artística, Secco afirmou ter mantido uma convicção pessoal para aceitar o projeto. Ela viajou para São Paulo e assinou o contrato para a produção do longa.

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Lançado em 2011, Bruna Surfistinha obteve sucesso de público e crítica. Atualmente, a sequência Bruna Surfistinha 2 está em fase de produção, com estreia prevista para 14 de janeiro de 2027. O novo filme abordará a maturidade da personagem e os impactos das plataformas digitais no mercado adulto.

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