Biógrafo detalha trajetória da primeira esposa de Marcos Matsunaga

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A história da família de Marcos Matsunaga ganhou novos detalhes por meio de relatos fornecidos pelo biógrafo Ulisses Campbell. O empresário, ex-diretor e herdeiro da Yoki, foi morto em 19 de maio de 2012 em São Paulo por sua então esposa, Elize Matsunaga. Elize cumpre pena em regime aberto desde 2022.

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Antes de se relacionar com Elize, Marcos foi casado com Lívia Sousa. De acordo com Campbell, o casal se conheceu quando Lívia era operária na fábrica da empresa. Após o casamento, ela deixou o trabalho na linha de produção e passou a gerenciar os imóveis de aluguel pertencentes ao marido.

Separação e aspectos financeiros

Segundo o biógrafo, o casamento chegou ao fim após Lívia descobrir a existência do relacionamento extraconjugal entre Marcos e Elize. Com o término, a primeira esposa deixou a residência do casal com a filha pequena do casal.

Campbell afirmou que o salário oficial do empresário como diretor executivo era de R$ 25 mil, valor utilizado como base para calcular a pensão da primeira filha em R$ 8 mil. O biógrafo alegou ainda que Marcos mantinha operações financeiras não declaradas paralelas à empresa.

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Desmentido público

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Lívia Sousa manteve postura discreta ao longo dos anos, pronunciando-se publicamente apenas uma vez, há dez anos. A manifestação ocorreu para rebater declarações de Elize, que havia afirmado que Marcos teria tentado envenenar a primeira esposa.

Em nota enviada à imprensa na ocasião, Lívia negou expressamente a alegação: “Venho, pelo presente, declarar que essa afirmação, noticiada pela imprensa, de que eu teria sido envenenada por Marcos Matsunaga, meu ex-marido, é totalmente absurda e infundada. Jamais isso ocorreu”.

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