A Audi iniciou a abertura de encomendas do novo Audi Q9 na Alemanha, com preços a partir de 108.400 euros e entregas programadas para novembro. O modelo utilitário esportivo full-size comporta até sete passageiros e assume o topo da linha de produtos da montadora alemã, rivalizando diretamente com modelos como o BMW X7 e o Mercedes-Benz GLS.
Com 5,31 metros de comprimento, 2,21 metros de largura, 1,81 metro de altura e 3,14 metros de entre-eixos, o Q9 é classificado pela fabricante como o maior veículo já produzido em série pela marca, desconsiderando a edição única do A8 L Extended. Desenvolvido sobre a plataforma PPC, o utilitário é 25,4 centímetros mais longo do que o Audi Q7. Além da configuração padrão de sete assentos, o modelo oferece a opção de seis bancos individuais com regulagem elétrica.
Na parte interna, o painel conta com o Audi Virtual Cockpit de 12,3 polegadas, uma tela central OLED curva de 14,5 polegadas e um display dedicado de 12,3 polegadas para o passageiro dianteiro. O sistema de infotenimento roda o Android Automotive e traz assistente de voz integrado ao ChatGPT para pesquisas complexas. O pacote de equipamentos traz ar-condicionado de cinco zonas, assentos esportivos com aquecimento, ventilação e massagem, além de cancelamento ativo de ruído nos encostos de cabeça e portas com abertura e fechamento elétricos.
Para o mercado europeu, a estreia ocorre com o motor V6 3.0 a diesel acoplado ao sistema híbrido leve MHEV plus, entregando 299 cv e 64,2 kgfm de torque na versão principal, além de uma variante com 245 cv e 51 kgfm. Ambas contam com transmissão automática de oito velocidades e tração integral permanente quattro. Nos Estados Unidos, o SUV adotará o motor V6 2.9 biturbo a gasolina de 435 cv, enquanto a versão esportiva SQ9 contará com motor V8 4.0 biturbo de 599 cv, capaz de acelerar de 0 a 96 km/h em 3,8 segundos. Uma versão híbrida plug-in está prevista para 2027.
O Audi Q9 será fabricado na unidade de Bratislava, na Eslováquia. De acordo com a empresa, cerca de dois terços da produção serão destinados a mercados fora do continente europeu, com o Brasil figurando entre os países avaliados para receber o modelo, embora a confirmação oficial para o mercado nacional ainda não tenha sido emitida.



