Irmão de Virginia Fonseca é condenado por importunação

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Virginia Fonseca e William (Foto: Instagram)

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O caso envolvendo William Pimenta Gusmão, irmão da influenciadora Virginia Fonseca, acaba de ganhar um novo e decisivo capítulo na Justiça. Após ser absolvido no início do ano passado, o empresário foi condenado por importunação sexual pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) na última terça-feira (7). As informações sobre o desfecho do julgamento foram divulgadas pelo portal LeoDias.

A decisão marca uma reviravolta no processo, que se arrastava desde 2023. Em julgamento unânime, os desembargadores entenderam que as provas apresentadas pela vítima, Rauriceia Martins da Costa, foram suficientes para comprovar um dos dois episódios de assédio relatados na denúncia do Ministério Público de Goiás. A corte contrariou até mesmo o parecer da Procuradoria-Geral de Justiça, que defendia a manutenção da absolvição anterior.

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O crime na festa Revoada

A condenação é referente a um fato ocorrido em abril de 2023, durante a festa “Revoada”, na cidade de Jussara (GO). Segundo os autos, Rauriceia se aproximou para pedir uma foto com William. Durante o clique feito por uma amiga, o empresário teria colocado a mão por dentro da roupa da vítima, tocando suas partes íntimas sem consentimento.

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Em depoimento, a vítima relatou ter ficado paralisada, conseguindo reagir apenas momentos depois, quando procurou sua esposa, Juliana da Silva, para contar o que havia acontecido.

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Um segundo episódio, que teria acontecido no estacionamento do evento com uma nova abordagem do irmão de Virginia, não reuniu provas suficientes na visão dos magistrados. Por isso, a absolvição foi mantida exclusivamente para esta parte da denúncia.

Idas e vindas na Justiça

A condenação de William chega após uma longa batalha judicial. Inicialmente, a própria Polícia Civil chegou a indiciar Rauriceia por denunciação caluniosa e ameaça, além de enquadrar Juliana por falso testemunho. Mesmo diante desse cenário, o Ministério Público concluiu que havia elementos concretos para processar o empresário.

Absolvido em fevereiro de 2025 por falta de provas, a defesa do réu teve a chance de aceitar uma proposta de suspensão condicional do processo, mas recusou o benefício. Com a recusa, os autos voltaram para a Câmara Criminal para um julgamento definitivo do recurso da vítima. Ao reexaminar o caso na última terça-feira (7 de julho de 2026), o tribunal bateu o martelo e condenou o réu pelo crime de importunação sexual.

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