Giulia Gam reflete sobre vida pessoal e ausência de casamento tradicional

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Créditos: Imagem/Divulgação

A atriz Giulia Gam, aos 59 anos, abriu o coração em uma recente participação no programa “Tantos Tempos Podcast” para discutir aspectos de sua vida pessoal e amorosa. Durante a conversa, a artista revelou uma profunda frustração por nunca ter experienciado o que considera um casamento nos moldes tradicionais, apesar dos relacionamentos que teve ao longo dos anos.

Apesar de ter tido diversos relacionamentos ao longo da vida e ser mãe de Theo Bial, de 28 anos, Giulia Gam explicou que sua trajetória amorosa não incluiu uma união formal ou mesmo o que ela descreve como um “casamento real”, no sentido de uma parceria social e de vida. Ela destacou que nunca teve “nem papel e nem real” desse estado de união, compreendendo-o em seu sentido mais amplo.

Para a atriz, a essência do casamento reside em uma parceria construída a partir de objetivos e valores compartilhados. Ela descreveu essa união como um projeto de vida onde duas pessoas se tornam “sócios” e planejam um futuro em conjunto. Esse planejamento, segundo ela, pode incluir decisões como morar em outro país, adquirir uma casa e, fundamentalmente, formar uma família, dividindo valores através dos filhos e criando projetos de vida conjuntos.

Nesse contexto, Giulia Gam também abordou as intensas cobranças que enfrentou por não ter se encaixado no modelo familiar considerado ideal pela sociedade. A artista admitiu ter se cobrado por muitos anos pela ausência de uma relação duradoura, sentindo falta do “marido, a casinha, a família, o cachorro”. Esse sentimento de ressentimento e frustração, ela revelou, a acompanhou por um longo período.

Ela ainda contou que o desejo por uma família tradicional surgiu ainda na juventude, intensificado pelas comparações com amigas e colegas que já estavam em casamentos de 25 ou 30 anos. Essa perspectiva, segundo a atriz, foi uma questão que a marcou significativamente durante grande parte de sua jornada. Ao refletir sobre sua vida, Giulia Gam reconhece que essa idealização e a consequente ausência do “casamento nesse sentido” a acompanharam por um período considerável de sua existência, moldando parte de sua percepção sobre a vida amorosa e familiar.

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