Marcio Poncio se manifesta sobre dívida bilionária atribuída à família

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Créditos: Imagem/Divulgação

A família Poncio voltou ao centro das atenções nesta sexta-feira (3), após a divulgação de um levantamento que aponta uma dívida tributária bilionária com a União. Os dados, disponibilizados pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), indicam que o montante total ultrapassa os R$ 3 bilhões. Diante da repercussão, o pastor Márcio Poncio emitiu um pronunciamento público no sábado (4).

De acordo com as informações da PGFN, o valor atribuído à família é expressivo, e o nome de Sarah Poncio, filha do pastor, aparece vinculado a mais de R$ 1,7 bilhão desse total. Essa situação recoloca a família em destaque, motivando a manifestação oficial de Márcio Poncio para esclarecer o ocorrido e apresentar sua versão dos fatos.

Em sua nota, Márcio Poncio afirmou que ele e outros membros da família foram incluídos de forma indevida em um “suposto grupo econômico”. Segundo o empresário, essa associação estaria ligada a uma empresa que encerrou suas atividades ainda em 2011. Os débitos, explicou, teriam origem em 2006, o que justificaria o valor elevado devido à incidência de juros acumulados ao longo dos anos.

O pastor destacou que o processo legal está atualmente suspenso, aguardando o julgamento de um Incidente de Desconsideração da Personalidade Jurídica (IDPJ), e que não há, até o momento, qualquer decisão definitiva que respalde as inclusões dos nomes da família. Márcio Poncio informou que já acionou a Justiça para retirar seu nome do quadro societário relacionado ao caso. Ele também ressaltou a inclusão de Sarah Poncio na suposta dívida, afirmando que ela foi vinculada ao processo de forma “absolutamente indevida e descabida” por ser sua filha, tendo apenas 8 anos de idade à época dos fatos.

Concluindo seu pronunciamento, Márcio Poncio reiterou a plena confiança na Justiça para que todos os fatos sejam devidamente esclarecidos e as responsabilidades corretamente apuradas. O pastor também repudiou veementemente a veiculação de “notas jornalísticas irresponsáveis”, que, segundo ele, têm o objetivo de denegrir a imagem da família e distorcer a verdade, enfatizando que as informações em circulação não refletem a realidade jurídica do caso.

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