Gkay vira ré em ação judicial por dívida de R$ 1,8 milhão

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Créditos: Imagem/Divulgação

A influenciadora digital Gessica Kayane, amplamente conhecida como Gkay, tornou-se ré em um processo judicial movido pelo Banco do Brasil. A ação, iniciada em dezembro de 2025, envolve uma dívida de aproximadamente R$ 1,8 milhão. Este desenvolvimento recente reacendeu as especulações sobre a situação financeira da artista, que já vinha sendo alvo de rumores sobre possíveis dificuldades.

A informação veio à tona com exclusividade através da colunista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, e contextualiza-se em um período em que boatos sobre uma possível crise financeira envolvendo Gkay já circulavam. O montante significativo da dívida e a natureza da ação judicial adicionam uma camada de seriedade a essas especulações, colocando o patrimônio da influenciadora sob escrutínio.

De acordo com a instituição financeira, Gkay contraiu um empréstimo em 2025 com o objetivo declarado de quitar débitos anteriores que possuía junto ao próprio Banco do Brasil. O acordo estabelecia um plano de pagamento em 96 parcelas, demonstrando um compromisso de longo prazo para a regularização da situação financeira.

No entanto, a ação judicial aponta que as prestações do empréstimo não teriam sido devidamente quitadas conforme o que foi previamente acordado entre as partes. Diante do alegado descumprimento, o Banco do Brasil solicitou à Justiça a possibilidade de penhora e avaliação dos bens da influenciadora, caso o pagamento da dívida não seja efetuado após uma determinação judicial formal. Até o momento da publicação das informações, Gkay ainda não havia recebido a intimação formal para apresentar sua defesa no processo.

Este processo judicial soma-se a outros episódios recentes que envolvem o nome da influenciadora. Entre eles, destaca-se um processo milionário relacionado a uma casa de apostas, que também contribuiu para intensificar os rumores e discussões sobre a real situação financeira de Gkay no cenário do entretenimento digital. A evolução do caso judicial do Banco do Brasil poderá trazer novas perspectivas sobre o panorama patrimonial da artista.

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