O cantor Zé Felipe, de 28 anos, usou suas redes sociais nesta sexta-feira (23) para detalhar os momentos de sofrimento causados por dores intensas na região do nervo ciático. O artista revelou ter recorrido inicialmente a uma aplicação de injeção na tentativa de amenizar o desconforto, mas relatou que os sintomas incômodos persistiram mesmo após a medicação.
Diante da falta de resolução completa do problema, a situação do ex de Virginia Fonseca só apresentou uma mudança significativa durante uma visita à residência de seu pai, o também cantor sertanejo Leonardo. Na ocasião, o patriarca ofereceu ao filho um produto denominado castanha-da-índia, até então totalmente desconhecido por Zé Felipe.
Ao descrever a intensidade do incômodo que enfrentava antes de aceitar a recomendação paterna, o músico comparou a sensação a algo extremamente doloroso. “Mano, eu estava com uma dor no ciático, que eu falei pra vocês, e beleza, tomei uma injeção, aí deu aquela aliviada, mas ontem ainda estava pegando, mordendo, assim. É uma dor que parece dor de injeção, sabe? Você arrepia até a alma”, declarou o jovem artista.
Apesar de ter chegado com uma discreta melhora ao reencontro familiar, o cantor ressaltou que o quadro ainda gerava grande incômodo. “Beleza, cheguei lá na casa do meu pai hoje, eu meio melhor, mas o negócio doendo ainda. Rapaz, ele me deu um negócio tal de castanha-da-índia. Nem sabia o que era isso. Ele mandou, eu falei: ‘Ó, tomei’. E, brother, nunca vi nada igual, não. Sarou, mas parece que tirou assim, ó”, acrescentou sobre a surpresa com a cessação da dor.
Incapaz de compreender a composição ou a procedência da substância ingerida, Zé Felipe decidiu questionar seu público na internet para obter mais esclarecimentos sobre a planta e suas propriedades. “Quem sabe o que é isso? Falou que é castanha-da-índia, agora o que é? De que é feito? Se é natural, se não é”, indagou o intérprete aos seus seguidores.
Embora tenha sido apresentada como um remédio pelo cantor, a castanha-da-índia é uma planta habitualmente empregada na manipulação de extratos e medicamentos fitoterápicos voltados ao tratamento de complicações na circulação venosa. Não existe, no entanto, qualquer comprovação científica de que o composto possua eficácia para o alívio de dores no nervo ciático, sendo que seu consumo inadequado pode acarretar riscos à saúde e possui contraindicações específicas.

