Durante os mandatos de Michel Temer (2016‑2018) e Jair Bolsonaro (2019‑2022), o salário mínimo no Brasil não recebeu aumento real. Os reajustes efetuados nesses períodos limitaram‑se a acompanhar a variação da inflação, atendendo à exigência constitucional de reposição das perdas do custo de vida, sem proporcionar qualquer ganho acima do índice inflacionário.
A ausência de elevação real rompeu a política de valorização que, anteriormente, incorporava ao cálculo do piso nacional o crescimento econômico. Como consequência, ao longo de ambas as gestões, o poder de compra do salário mínimo permaneceu estagnado, sem avançar para os trabalhadores e demais beneficiários que dependem desse valor.

